Eco acessos:

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Um pouco sobre a Amazônia

Na Amazônia vivem e se reproduzem mais de um terço das espécies existentes no planeta. Ela é um gigante tropical de 4,1 milhões de km2. Porém, apesar dessa riqueza, o ecossistema local é frágil. A floresta vive do seu próprio material orgânico, em meio a um ambiente úmido, com chuvas abundantes. A menor imprudência pode causar danos irreversíveis ao seu equilíbrio delicado.

A floresta abriga 2.500 espécies de árvores (um terço da madeira tropical do planeta) e 30 mil das 100 mil espécies de plantas que existem em toda a América Latina. Desta forma, o uso dos recursos florestais pode ser estratégico para o desenvolvimento da região. As estimativas de estoque indicam um valor não inferior a 60 bilhões de metros cúbicos de madeira em tora de valor comercial, o que coloca a região como detentora da maior reserva de madeira tropical do mundo.Mais do que uma floresta, a Amazônia é também o mundo das águas onde os cursos d’água se comunicam e sazonalmente sofrem a ação das marés. A bacia amazônica - a maior bacia hidrográfica do mundo com 1.100 afluentes - cobre uma extensão aproximada de 6 milhões de km2. Seu principal rio, o Amazonas, corta a região para desaguar no Oceano Atlântico, lançando no mar, a cada segundo, cerca de 175 milhões de litros de água. A Amazônia é, de fato, uma região vasta e rica em recursos naturais: tem grandes estoques de madeira, borracha, castanha, peixe, minérios e outros, com baixa densidade demográfica (2 habitantes por km2) e crescente urbanização. Sua riqueza cultural inclui o conhecimento tradicional sobre os usos e a forma de explorar esses recursos sem esgotá-los nem destruir o habitat natural. No entanto, a região apresenta índices sócioeconomicos muito baixos, enfrenta obstáculos geográficos e de falta de infra-estrutura e de tecnologia que elevam o custo da exploração.

Fonte: site WWF Brasil

Cientista enviam alerta sobre o clima

Um manifesto assinado por 40 renomados cientistas especializados em mudanças climáticas foi divulgado hoje (17/9) pedindo que os países desenvolvidos reduzam suas emissões de gases de efeito estufa em 40% até 2020 para que o aumento da temperatura do planeta se mantenha abaixo de 2ºC. Há seis brasileiros entre os cientistas que assinam o documento.

A ação da comunidade científica foi apoiada pela Rede WWF e endossada por ícones como Sir John Houghton, ex-presidente do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), órgão científico da ONU quando o assunto é aquecimento global.
As evidências científicas indicam que até mesmo um aumento de temperatura de 2ºC terá consequências graves principalmente para países mais pobres, pois os eventos climáticos extremos como ciclones, enchentes e secas podem ficar cada vez mais fortes e mais freqüentes. Esses países serão os mais afetados por não terem recursos financeiros e tecnológicos disponíveis para enfrentar os desastres provocados por esses eventos.
Fonte: site da WWF Brasil

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Sacolas plásticas

O mundo produz sacolas desde a década de 50. Como não se degradam facilmente na natureza, grande parte delas ainda vai continuar por mais 300 anos em algum lugar do planeta.
Calcula-se que até 1 trilhão de sacolas plásticas são produzidas anualmente. O Brasil produz mais de 12 bilhões todos os anos.
Sacolas plásticas são leves e voam com o vento. Por isso, entopem esgotos e bueiros causando enchentes. São encontradas até no estômago de tartarugas marinhas, baleias, focas e golfinhos mortos por sufocamento.
Sacolas plásticas descartáveis são gratuitas para os consumidores, mas têm um custo incalculável para o meio ambiente.
Fonte: Instituto Akatu

terça-feira, 1 de setembro de 2009

O buraco na camada de ozônio

Olhem o tamanho do buraco!!!!!
Praticamente todo o continente Antártico completamente desprotegido.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

A importância de reciclar.

No Brasil, uma pessoa produz em média 0,8 quilos de lixo por dia. São 300 quilos de lixo por ano. Deste lixo, de 35 a 40% são recicláveis. Veja a importância de separar o lixo em casa, são 120 quilos que podem ser reciclados e não jogados na natureza. Economicamente então, nem se fala, seriam milhões economizados e o dano com a extração na natureza seria bem menor.
No Brasil os índices de reciclagem ainda não são bons, apenas 2% do lixo reciclável é reciclado. Em países mais adiantados este número chega a 40%.
É aquela velha história, se cada um fizer a sua parte.......

Para pensar um pouco.....




Entidade denuncia desmonte ambiental no RS

O Movimento Gaúcho em Defesa do Meio Ambiente (Mogdema), articulação que reúne instituições ambientalistas, sindicatos e movimentos sociais da cidade e do campo, divulgou um manifesto, durante audiência pública realizada no dia 25 de junho, na Assembleia Legislativa, em defesa do texto do Código Florestal, que vem sendo objeto de ataque, principalmente por parte do agronegócio. O documento também denuncia o que considera ser um processo de devastação ambiental no estado, impulsionado pelo governo Yeda Crusius (PSDB).

O documento também denuncia o que considera ser um processo de devastação ambiental no estado, impulsionado pelo governo Yeda Crusius (PSDB). As entidades ambientalistas do Rio Grande do Sul avaliam ainda que as alterações climáticas e o colapso ecológico que já estamos vivenciando hoje são provocadas e agravadas por um modelo agrícola petrodependente, que produz mercadorias tóxicas e não alimentos. O manifesto denuncia, por fim, a corrupção estrutural no governo Yeda Crusius (PSDB), acusando-o também de ser propulsor de um processo de devastação ambiental no estado. Leia a reportagem completa em http://www.sinpro-rs.org.br/extraclasse/jul09/marco.asp